
Há dias numa «conversa» com amigos falámos das importantes descobertas arqueológicas de 1947, em Qumran, junto ao Mar Morto e questionávamos a importância desses inúmeros manuscritos, e de outros que se possam vir a descobrir, para o cânone da Bíblia. Se hoje se encontrasse mais um manuscrito, por exemplo de Paulo, de autenticidade demonstrada (tanto quanto é possível...), poderiamos considerá-lo «divinamente inspirado» mesmo não pertencendo à Bíblia conforme a conhecemos?

